abril 11, 2011

Sangue

No meu pequeno jardim de flores de papel, corto os dedos ao tentar sonhar com um amor impossível.
-Fique mais um pouco! Sente-se e aprecie a visão da morte, que a cada segundo, nos observa atentamente...
Não sei ao certo onde estou, presa em algum lugar em minha mente talvez.
-Quero ser como você. Passar um tempo na luz do sol, eu sei que é morna e agradável...
Permaneço em meu globo de neve, sem vento, sol, ou chuva. Apenas um liquido vermelho e grosso, cheira a metal, ferro talvez, que se espalha por todo o chão, murchado minhas lindas flores.

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