janeiro 09, 2013
Meu paradigma
Eu durmo e eu não respiro. Nós fizemos sacrifícios? Quando a história termina? Eu preciso aprender sobre isso. Meu paradigma, meu doce amor, é você em meus sonhos? Eu estou morrendo. Agora eu enfrento a conseqüência da minha traição. Você me dá abrigo contra o frio, eu preciso dele. Deixe-me ficar enquanto, delicadamente rastejo em sua graça... Meu sol e estrelas, eu nunca quis ferir seus sentimentos, mas eu precisava muito mais do seu corpo e sangue do que jamais precisei de algo. Estou morrendo? Acredito que sim, mas antes de tudo, quero ouvir você cantar pra mim uma ultima vez. Mortalmente, meus sonhos atormentam você, lentamente, você está me matando. O desejo, a sede, meu doce amor, tão doce, como o mel que um dia eu provei... Seu lábios são inebriantes aos meus, sinto seu pulso em minhas veias, meu corpo grita por uma gota sua, apenas uma gota... Caio de joelhos em sua frente, tão envergonhada de ver minha fraqueza em seus olhos. Vou ser sincera, eu nunca quis que isso acontecesse entre nós...
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