Ela vai e vem, vestida de suicídio, com os olhos vazios e as mãos sujas de orgulho. Em cada rua vazia ela encontra o paraíso e leva o inferno. É sempre a mesma viagem...
Ela conhece bem os dois lados da moeda. Ela se vendeu para pagar o ódio que não podia esconder. Ela nunca vai entender a diferença. É sempre a mesma viagem...
Mais uma morte complicada. Mais um bilhete desesperado. Em uma outra esquina ela lambe os dedos. "Diga aos meus pais que eu fiz o melhor que eu pude." É sempre a mesma viagem sem volta...
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